terça-feira, 30 de outubro de 2012

Lucasfilm é vendida por US$ 4,05 bilhões para Disney

Juntas, as duas empresas anunciaram o lançamento do Episódio 7 de Star Wars para 2015.
A Walt Disney Co. anunciou hoje a compra da Lucasfilm, empresa de George Lucas responsável por criações como Star Wars e Indiana Jones, por US$ 4,05 bilhões. A compra foi feita em dinheiro e por meio de troca de ações entre a Disney e George Lucas, proprietário de 100% da Lucasfilm.


Junto com o anúncio da compra, as duas empresas revelaram que o Episódio 7 de Star Wars será lançado em 2015. “A Lucasfilm reflete a extraordinária paixão e visão de George Lucas”, disse Robert A. Iger, Chairman e CEO da The Walt Disney Company, em comunicado.
Já George Lucas disse que o negócio ajudará a perpetuar o negócio. “Por 35 anos um dos meus maiores prazeres tem sido ver Star Wars passar de uma geração para a outra. Agora é hora de passar o bastão para uma nova geração de cineastas. Sempre acreditei que Star Wars poderia sobreviver independentemente de mim e acho que foi importante fazer essa transição em vida”, afirmou.
Kathleen Kennedy, atual co-chairman da Lucasfilm passa a ser a presidente do estúdio e também responderá pela gestão da marca Star Wars.
Além da Lucasfilm, a transação inclui também a LucasArts e a Skywalker Sound. Nas mãos da Disney, o estúdio de George Lucas se juntará a outras marcas como Pixar, Marvel, ESPN e ABC.
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sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Sugestão para um bom filme junto a família


Oi, gente!
Hoje é sexta-feira! Dia de publicarmos nossa Dica de filmes para o final de semana, Hoje destacamos uma animação muito bacana e bem educativa que vai agradar toda a família. E a dica é um filme que já chegou às locadoras em todo o Brasil.
Estamos falando do “Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida”.


Ficaram curiosos? Então vamos lá!


Dos criadores de “Meu Malvado Favorito”, O Lorax retrata a importância da preservação do meio ambiente. E conta a história de um garoto de 12 anos que busca a garota dos seus sonhos. No meio desta jornada, ele conhece Lorax, uma criatura mal humorada que luta para proteger seu mundo. As trúfulas, citadas no título, são espécies de árvores coloridas, com pelos no lugar de folhas, e que podem servir de matéria-prima para uma nova invenção: um tipo de cachecol com mil e uma utilidades. Para impedir que a vegetação seja devastada, a criatura fofa, chamada Lorax, aparece.
Cheio de mensagens importantes, “O Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida” é engraçado e visualmente lindo.
Assista aqui ao trailer do filme:
http://www.youtube.com/watch?v=CbJnMH7QsQI&feature=player_embedded
Duração: 93 min
Censura: Livre

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Boa sessão com Pipoca e um excelente final de semana a todos
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sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Protegendo o Inimigo com Denzel Washigton


Protegendo o inimigo é um filme de pura ação. A trama se passa na Cidade do Cabo, África do Sul, onde Matt Weston (Ryan Reynolds) é zelador de um dos abrigos da CIA. Ele vive na monotonia, até que Tobin Frost (Denzel Washington), um ex-agente da CIA procurado por repassar informações confidencias a outros países, vai para o abrigo. Com a rotina quebrada, Weston tem a missão de proteger Frost de qualquer maneira.
O filme faz uma introdução dos personagens e mostra como Weston é ingênuo, tentando esconder da sua namorada seu real emprego e a história de sua família. O filme conta com cenas de grande violência, envolvendo tiroteios, batidas de carro e agressões. Apesar de o telespectador conseguir antecipar as cenas, Protegendo o inimigo é interessante para quem busca uma trama forte.
A história envolve o telespectador, pois não se sabe quem é ruim ou bom, até o final do filme. Mesmo sendo um clássico do cinema norte-americano, em que o bom moço consegue uma grande façanha e acaba ficando sem sua amada, o filme tem um desenrolar emocionante. No decorrer, Weston descobre a corrupção que ocorre dentro da CIA. O fato demonstra uma crítica à Agência, relatando a falta de comprometimento, por parte dos agentes, com a política da organização, como ocorre com tantas outras entidades.

Para os amantes de filmes de ação, Protegendo o inimigo é uma boa recomendação. Com diversos efeitos especiais, envolve cenas de espionagem, onde tudo que faz parte do gênero permanece constante na trama inteira.
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quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Jogos Vorazes chega este final de semana nas locadoras


O novo trabalho do americano Gary Ross (“Seabiscuit - Alma de Herói”) que levou uma legião de fãs para dentro dos cinemas. Estamos falando de “Jogos Vorazes” o primeiro longa de uma saga que conquistou o mundo jovem, recentemente. Para não deixar nenhum fanático pela trama insatisfeito, foi escolhida para dar vida à protagonista, uma atriz que transpira competência, Katniss não poderia estar em melhores mãos, Jennifer Lawrence que esta chegando às locadoras neste final de semana.
A trajetória da arqueira passa por um evento planejado, um programa de entrevistas daqueles bem sensacionalistas (que vemos muito na TV brasileira e americana), visuais extravagantes e diálogos programados que inflamam o público. O filme tem muitas semelhanças com “Show de Truman”, não há como negar. A saga é situada em um futuro onde o poder governante seleciona um menino e uma menina de doze distritos para lutarem até a morte, em uma espécie de arena, ao vivo na televisão. Após sua irmã mais nova ser selecionada para a batalha, Katniss Everdeen se oferece para ir no lugar dela. Ao seu lado, embarca nessa história Peeta Mellark, com que Katniss já teve uma situação no passado. Ambos são peças em um jogo desleal e lutam não só pela sobrevivência, mas, para não se transformarem como pessoas. Levando o número 12 nas costas, Katniss embarca nessa aventura que mudará para sempre sua vida e a de seu distrito. O olhar de Jennifer Lawrence traz muita humanidade à personagem. Um dos grandes acertos da produção do longa foi à escolha dessa artista americana (já, uma vez, indicada ao Oscar) para o papel principal. Ótima atuação, mais uma vez, dessa talentosa jovem de 21 anos. Os fanáticos pelo livro de Suzanne Collins não vão ter o que se queixarem, Lawrence incorpora com perfeição a corajosa Katniss Everdeen.
O resto do elenco também brilha e exageram na composição dos personagens. Nesse caso o “exagero” é uma coisa positiva!
Elisabeth Banks, maquiada até o pescoço, provavelmente mais enfeitada que os músicos da banda “Kiss”, têm alguns momentos hilários na trama. Donald Sutherland engrandece o elenco e pelo final desse primeiro filme, terá papel importante na sequência da franquia. Wes Bentley interpreta o impiedoso Seneca Crane, praticamente quem manda e desmanda nos “Jogos Vorazes”, tem um desfecho, no mínimo, inusitado. Stanley Tucci e seu cabelo “Katy Perry” aparecem em muitos momentos, geralmente entrevistando os protagonistas em “Talk Shows” que conhecemos muito bem. O ótimo Woody Harrelson dá vida ao personagem Haymitch Abernathy (um dos poucos que já venceu aquela árdua disputa), bem excêntrico e com momentos importantes para a história. Excentricidade é sinônimo do veterano ator, dá um show em cena. Quem aparece também é o cantor Lenny Kravitz, como Cinna, o estilista da dupla do Distrito 12, não compromete em momento algum.
A adaptação deixa um pouco a desejar na introdução dos personagens. Tudo é passado de maneira muito rápida, deixando vagas, lacunas importantes para o espectador que não conhece a história. O filme ganha muito em emoção quando a disputa na floresta começa, deixando o público atento a tudo que acontece em cena. Robin Hood, Legolas, entre outros arqueiros famosos do mundo da sétima arte, estariam orgulhosos da jovem Srta. Everdeen. Será que Gandalf arrumaria uma vaguinha para ela na próxima jornada em busca de outro anel?
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Os Vingadores tem um contexto cômico e inteligente.

E mais um sucesso da Marvel chega as locadoras, o mais do que esperado 'Os Vingadores'. Juntando suas produções anteriores 'Thor', 'Capitão América', 'Homem de Ferro', 'O Incrível Hulk' a um elenco de peso, promete deixar os viciados em HQs vidrados.
Com tiradas irônicas e sarcásticas, o filme tem um contexto cômico e inteligente, não deixando nada a desejar. Na trama, Loki, o irmão (adotivo) de Thor, é o vilão que vem de Asgard com o intuito de dominar a Terra com a força do Tesseract [Cubo Cósmico]. Fury (o sempre maravilhoso Samuel L. Jackson), da S.H.I.E.L.D., vai em busca dos melhores heróis para formar Os Vingadores, com todos os heróis com extrema relevância na trama. A belíssima Scarlett Johansson é a Viúva Negra, uma assassina profissional com um passado negro e misterioso. Sem nenhum superpoder, é a única mulher do grupo e logo nas cenas iniciais mostra que é a pessoa perfeita para o trabalho, usando toda sua técnica e sensualidade. Como Hulk, temos Mark Ruffalo, que com sua singela aparência e calmaria como Dr. Banner, nos deixa boquiabertos ao encarar sua fúria e se transformar no Incrível Hulk. Para ajudar a salvar a Terra de seu irmão, Thor se junta aos Vingadores nessa luta. Com um papel essencial e engraçado, Chris Hemsworth vai deixar não só os fãs, mas as mulheres sem fôlego!
Um dos mais esperados, o Capitão América, Chris Evans está novamente impecável, desde suas cenas de briga até as como super-herói, que junto ao Homem de Ferro tira ótimas risadas dos telespectadores.
O Gavião Arqueiro, que depois de um bom tempo de filme entra nessa batalha junto aos Vingadores, mostra sua importância sem uma grande história por trás disso tudo. Deixo o destaque para o Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), em mais uma 'comédia' com seu sarcasmo - que é para poucos - nos envolve e apaixona cada vez mais pela trama e por sua personagem. E claro, como a Srta. Potts, temos a participação (quase que insignificante) da lindíssima Gwyneth Paltrow.
Como um fã de HQ, o Agent Coulson (Clark Gregg) é quase que um de nós dentro do filme, mostrando a importância e a significância dos fãs para a Marvel.
Com uma junção de bom-humor, um elenco grandioso, efeitos fantásticos e uma trama irresistível, 'Os Vingadores' é a promessa de um ótimo filme para todas as idades, sem restrições, com muita ação, inteligência e comédia.


Os Vingadores já foi um grande sucesso nos cinemas e não será diferente nas locadoras que tem sua data de chegada programada para o final deste mês.
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sexta-feira, 20 de julho de 2012

Mary Louise Streep

Mary Louise Streep

Mary Louise Streep, ou mais conhecida como Meryl Streep, é filha de uma artista comercial descendente de britânicos, irlandeses e suíços e de um executivo da indústria farmacêutica descendente de neerlandeses. Nasceu no dia 22 de junho de 1949 em Summit, Nova Jersey onde frequentou e se graduou na Bernards High School. Estudou música, arte dramática e ópera na Universidade Yale.

Uma das atrizes mais queridas de Hollywood, Meryl Streep é recordista de indicações ao Oscar tendo recebido 18 nomeações. Ganhou apenas duas em 1980 e 1983 e é uma das favoritas ao prêmio este ano com "A Dama de Ferro" onde interpreta a ex-primeira ministra da Inglaterra Margaret Thatcher.

Dona de um carisma e humildade fora do normal, Meryl Streep tendo com 62 anos vive um dos melhores momentos de sua carreira. Antes conhecida como a "a mulher dramática", devido aos inúmeros papéis dramáticos realizados principalmente no início de sua carreira, Streep hoje conseguiu mostrar ainda mais sua diversidade e talento protagonizando comédias, musicais e a cada trabalho conseguindo divertir e emocionar o público. Sempre mostrando versatilidade e talento para vários tipos.

Minha atriz preferida da história do cinema, escolho Meryl Streep para ser a nossa Artista do Mês neste mês de Fevereiro. E em breve, leia a crítica de "A Dama de Ferro" aqui no Lumi7.

Confira abaixo os melhores filmes para mim dessa que é considerada a "A Rainha do Cinema". Abraços.

O FRANCO ATIRADOR
Ano: 1978
Dirigido por: Michael Cimino


Filme de guerra sobre a história de três metalúrgicos russo- americanos e seu serviço de infantaria na guerra do Vietnã. O filme foi um sucesso de crítica devido ao realismo e frieza de muitas cenas mostrando a violência na guerra.

Meryl Streep recebe sua primeira indicação ao Oscar e o filme leva os prêmios de Melhor Filme, Melhor Diretor para Michael Cimino, Melhor Ator Coadjuvante para Christopher Walken, Melhor Som e Melhor Edição.

KRAMER VS. KRAMER
Ano: 1979
Dirigido por: Robert Benton


Primeiro Oscar da carreira de Meryl, Kramer VS. Kramer é um daqueles filmes arrebatadores que impressionam e emocionam qualquer um. Uma história sobre valores, família, carinho, amor e responsabilidade, Meryl encanta e mexe com os nossos sentimentos nesse que foi o grande vencedor do Oscar de 1980, levando os prêmios de Melhor Filme, Melhor Ator para Dustin Hoffman, Melhor Atriz Coadjuvante para Meryl e de Melhor Roteiro Adaptado.

A MULHER DO TENENTE FRÂNCES
Ano: 1981
Dirigido por: Karel Reisz


Possuindo uma metalinguagem bastante interessante, intercalando realidade e bastidores de um filme, A Mulher do Tenente Francês é um drama singelo, profundo e que lida sobre as imprevisibilidades da vida. Mais uma grande atuação de Meryl Streep recebendo sua terceira indicação ao Oscar.

A ESCOLHA DE SOFIA
Ano: 1982
Dirigido por: Alan J. Pakula


Filme que proporcionou o segundo Oscar para Meryl, agora de Melhor Atriz. O longa trata de uma mãe polonesa, filha de pai “anti-semita”, presa num campo de concentração durante a Segunda Guerra Mundial onde é obrigada a escolher um de seus filhos para ser morto. Se caso recusasse, os dois morreriam.

Apesar de seguir um ritmo que exige paciência, A Escolha de Sofia é um dos filmes sobre “amor de mãe” e “a dor da guerra” mais lindos que já assisti. Meryl arrasa no sotaque polonês e consegue nos emocionar pela sensibilidade do olhar ou mesmo da voz de sua personagem.

SILKWOOD - O RETRATO DE UMA CORAGEM
Ano: 1983
Dirigido por: Mike Nichols


Primeiro filme de Meryl Streep e o diretor Mike Nichols, posteriormente eles fariam os bons A Difícil Arte de Amar, Lembranças de Hollywood e a ótima mini série Angels In América. No entanto, em filmes para o cinema, este é o mais tocante e emocionante filme da parceria. Com direito a Meryl Streep cantando numa cena lindíssima a música “Amazing Grace” ao final do filme.

AMOR À PRIMEIRA VISTA
Ano: 1984
Dirigido por: Ulu Grosbard


Meryl Streep e Robert De NIro se juntam mais uma vez agora com esta comédia romântica dirigida por Ulu Grosbard. Diferentemente de o O Franco Atirador, aqui Meryl e Robert atuam bastante juntos, e graças à química e o carisma de ambos, o filme diverte, passa uma bela mensagem e encanta. Os dois juntos estão encantadores.

ENTRE DOIS AMORES
Ano: 1985
Dirigido por: Sidney Pollack


Drama biográfico baseado na história real da baronesa dinamarquesa Karen Von Blixen-Finecke. Originalmente o papel de Karen seria oferecido a Audrey Hepburn, mas foi antes aceito por Meryl, que treinou o sotaque dinamarquês ouvindo gravações de Dinesen e recebeu indicação ao Oscar de Melhor Atriz. O filme foi dirigido por Sidney Pollack e levou o Oscar de Melhor Filme e Melhor Diretor na premiação de 1986. Uma bela e arrebatadora história de amor com uma das trilhas sonoras mais lindas que o cinema já ouviu.

IRONWEED
Ano: 1987
Dirigido por: Hector Babenco


Dirigido por Hector Babenco, Ironweed é estrelado por Jack Nicholson e Meryl Streep, Ironweed consta a história de dois alcoólatras que perderam tudo na vida e vivem em um mundo de fantasia para sobreviver as lembranças do passado. Minha única observação é que o lado fantasioso poderia ter sido mais explorado mostrando com maior impacto a loucura e a vida perdida das personagens. Mas vale a pena conferir principalmente devido as grandes interpretações de Jack e Meryl.

A MORTE LHE CAI BEM
Ano: 1992
Dirigido por: Robert Zemeckis


Dirigido por Robert Zemeckis, A Morte Lhe Cai Bem é um das baboseiras mais divertidas que já assisti em toda a minha vida! Meryl Streep e Goldie Hawn estão ótimas e divertidíssimas na pele de duas mulheres que se tornam imortais e iniciam uma guerra sem fim. E no meio disso tudo, temos Bruce Willis como o marido de Meryl. E por falar em Bruce Willis, ele também merece destaque. Nunca o vi tão engraçado e a vontade em um filme de comédia como aqui. Vale muito à pena!

A CASA DOS ESPÍRITOS
Ano: 1993
Dirigido por: Billie August


Esnobado totalmente pelas premiações, A Casa dos Espíritos é um filme grandioso! Além de Meryl, temos Glenn Close, Jeremy Irons, Winona Ryder e Antonio Banderas no elenco. O filme é um romance de época baseado no livro La casa de los espíritus, de Isabel Allende, e conta a trajetória da família Trueba no século XX, em meio a pensamentos conservadores e mudanças do período. Apesar de longo, A Casa dos Espíritos não cansa e prende do início ao fim. Um dos meus preferidos da carreira de Meryl.

O RIO SELVAGEM
Ano: 1994
Dirigido por: Curtis Hanson


O Rio Selvagem é um dos trabalhos mais empolgantes de Meryl. A história é simples, mas bem elaborada, e cada instante ficamos cada vez mais eufóricos e com os olhos fixos na tela. E Meryl Streep está lindíssima no filme e convence na ação.

AS PONTES DE MADISON
Ano: 1995
Dirigido por: Clint Eastwood


Aos fãs da sétima arte, talvez este seja um dos dramas/romances mais marcantes e emocionantes da década de 90. Dirigido por Clint Eastwood que também protagoniza ao lado de Meryl Streep, As Pontes de Madison é uma história de amor que vai contra todas as nossas expectativas. Um retrato de amor, responsabilidade e racionalidade. Grande filme!

AS FILHAS DE MARVIN
Ano: 1996
Dirigido por: Jerry Zacks


Apesar de não sair daquele padrão de dramas familiares que envolvem pessoas com doenças, As Filhas de Marvin se sustenta pelas atuações e a direção firme de Jerry Zacks. Meryl Streep e Diane Keaton estão perfeitas juntas! Filme para chorar bastante.

A DANÇA DAS PAIXÕES
Ano: 1998
Dirigido por: Pat O´Connor


Drama que fala de família, mudanças e convivência, o filme que entra muito no contexto de sociedade, que era bastante conservadora.

Meryl Streep interpreta a irmã mais velha responsável pela casa e que vai tentar manter o controle impedindo que as irmãs cometam erros comprometedores em meio aquela sociedade rígida e cética. Destaco a grande e tocante atuação de Michael Gambon.

MÚSICA DO CORAÇÃO
Ano: 1999
Dirigido por: Wes Craven


Único filme dramático de toda carreira de Wes Craven, mais conhecido por franquias de terror como A Hora do Pesadelo e Pânico, Craven surpreende e faz, em minha opinião, o seu melhor filme.

Contando a história de uma professora de violino que se muda para East Harlem para ensinar crianças de um bairro pobre a tocar violino, e com isso, dar às crianças esperança, orgulho e poder para fazer algo por elas mesmas. Um filme tocante com um final lindíssimo onde Meryl encanta tocando violino.

ADAPTAÇÃO
Ano: 2002
Dirigido por: Spike Jonze


Dirigido por Spike Jonze e roteirizado por Charlie Kaufman, que é o nome do protagonista do filme interpretado por Nicolas Cage, Adaptação é uma experiência angustiante, com momentos divertidos e um final surpreendente. Nicolas Cage realiza uma das melhores atuações de sua vida, Meryl Streep mais uma vez está maravilhosa e Chris Cooper, totalmente irreconhecível, ganha o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante numa atuação grandiosa.

AS HORAS
Ano: 2002
Dirigido por: Stephen Daldry


Dirigido pelo sempre “mão pesada” Stephen Daldry, este As Horas é um drama que conta a história de três mulheres, em três períodos diferentes e todas ligadas ao livro Mrs. Dalloway, escrita por uma dessas personagens chamadas Virginia Woolf que passa por uma crise de depressão e alimenta pensamentos de suicídio.

Quem interpreta Virginia é Nicole Kidman que ganhou o Oscar de Melhor Atriz e teve que usar nariz falso para ficar parecida com esta que é uma das escritoras conhecidas como uma das proeminentes do modernismo.

O DIABO VESTE PRADA
Ano: 2006
Dirigido por: David Frankel


Uma crítica ao mundo de aparências e superficialidade da moda, O Diabo Veste Prada é também aquele típico filme de lições de morais sobre o que devemos valorizar na vida. No entanto, diferentemente de muitas comédias por aí, o filme tem o seu drama e humor perfeitamente dosados e, graças à atuação esplêndida de Meryl Streep como a chefe severa e pulso firme, sua personagem ao mesmo tempo em que causa raiva também nos conquista pela simpatia e talento da atriz, e com isso, o filme não soa caricato e forçado.

É um filme que sou muito fã e me divirto sempre.

DÚVIDA
Ano: 2008
Dirigido por: John Patrick Shanley


No mesmo ano onde lança o divertido Mamma Mia!, Meryl nos apresenta uma atuação arrasadora na pele de uma freira que acusa um padre de pedofilia sem ter provas alguma, apenas sua própria convicção.

Meryl mais uma vez consegue causar nojo e raiva em uma personagem mostrada como um vilão, mas que ao final mostra-se se puramente fraca seja para com a fé, a igreja e suas próprias crenças. E ninguém mais competente em causar raiva e emoção num mesmo personagem do que Meryl Streep.

MAMMA MIA!
Ano: 2008
Dirigido por: Phyllida Lloyd


Um dos meus filmes preferidos de Meryl Streep! Não essencialmente pela história, ou as músicas ou mesmo a produção, e sim, única e exclusivamente pela própria Meryl, que esbanja aos 60 anos jovialidade, disposição para cantar, dançar, pular, gritar e mostrar o porquê de ser a rainha de Hollywood.

SIMPLESMENTE COMPLICADO
Ano: 2009
Dirigido por: Nancy Meyers


Meryl Streep é hoje a atriz mais amada de Hollywood e uma das que mais fazem sucesso, e isso comprava-se pela bilheteria de quase 150 milhões somente nos EUA deste Simplesmente Complicado e ainda, protagonizando aos 60 anos de idade uma comédia romântica. Feito raro!

Simplesmente Complicado é tocante, divertido e possui uma química maravilhosa entre Meryl, Steve Martin e Alec Baldwin. Imperdível!


Meryl como a cozinheira Julia Child em "Julie & Julia" (2008)

Meryl como a ex-primeira ministra da Inglaterra Margaret Thatcher em "A Dama de Ferro" (2011)

Meryl Streep com o seu oitavo Globo de Ouro ganho este ano por sua atuação em "A Dama de Ferro"

Comentários por Matheus C. Vilela
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O menino do pijama listrado

Um dos filmes que mais me tocou foi O Menino de Pijama Listrado. O que é o horror de uma guerra aos olhos de uma criança? O cenário nazista e o massacre dos judeus já foi muito utilizado nas telas dos cinemas, contudo, a diferença deste filme é que não vemos a guerra através do bravo soldado que dispara dúzias de tiros, nem dos generais e comandantes ditando suas ordens, mas aos olhos de uma criança, que apesar de tentarem explicar o motivo do “ódio ao judeu” não consegue realmente compreender o porquê de tanto ódio. Essa criança é o jovem garoto de 8 anos chamado Bruno (Asa Butterfield – novato no cinema, mas sua atuação é comovente e impressionante) que precisa deixar seus amigos da cidade e acompanhar ao pai soldado, maior orgulho, que foi promovido e precisa ir morar no campo. Lá, sozinho e tedioso, descobre que mora ao lado de uma “fazenda” que tem “moradores” estranhos, porque eles vivem vestidos de “pijamas”, e pela sua inocência se pergunta: Por que ainda estão de pijamas no meio do dia?

A partir da curiosidade ele conhece Shmuel (Jack Scanlon) e nasce uma amizade. Entre os furtos de comida para o novo amigo e suas conversas, Bruno começa a tentar entender os acontecimentos ao redor dele e com seu novo amigo. Apesar de se esforçar, não compreende o motivo das grades, dos “pijamas” e do ódio. Mas, como toda criança, a fé de sua inocência consegue manter a visão pura dos acontecimentos, confirmados na frase de Bruno: “Não se preocupe, Shmuel, logo os dois lados vão se entender e vamos poder brincar sem grades!”

Um filme bonito, emocionante, que faz refletir mais uma vez sobre a insensatez que as ações de um regime pode causar, não só no país, mas na célula fundamental que é a família. 

(Adoro Cinema)
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Não deixe de assistir Soul Surfer baseado em fatos reais


Se você esta procurando um bom filme para assistir com a família, não deixe de ver Soul Surfer que conta a história real da jovem surfista Bethany Hamilton (o filme é baseado no livro dela). Aos 13 anos, no dia 31 de outubro de 2003, enquanto praticava com sua prancha na praia de Tunnels Beach, a havaiana foi atacada por um tubarão que lhe devorou o braço esquerdo. Depois de escapar da morte, Bethany precisa reaprender a lidar com situações simples do dia a dia – simples para quem tem dois braços. Membro de uma comunidade cristã de sua localidade, a moça enfrenta alguns questionamentos que não chegam a lhe tirar a fé, mas a abalam sensivelmente.

Com a ajuda de Deus e da família (especialmente do pai), a jovem supera o trauma (contando também com a ajuda inesperada de crianças que foram vítimas do terrível tsunami asiático de 2004) e se torna surfista de destaque e um exemplo de vida e de fé para muita gente.

Bethany e seus pais tinham uma preocupação quando Hollywood se interessou em filmar o livro: “Eu e minha família nos mantivemos firmes no que queríamos mostrar no filme: nossa fé em Jesus Cristo”, disse ela a um jornal. “Ele realmente é muito melhor do que eu esperava. Ficamos com medo, você nunca sabe o que Hollywood vai fazer quando chegar uma história verdadeira”, disse a jovem.

Anna Sophia Robb (“Ponte Para Terabithia”), Dennis Quaid, Helen Hunt e Carrie Underwood fazem parte do bom elenco do filme que tem muita lição de vida a ensinar.
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Filme Decisões Extremas


Decisões Extremas surpreende logo no seu início. E não falo de invencionices do roteiro ou qualquer coisa envolvendo a história em si. Surpreendente é ver, pela primeira vez desde Star Wars, Harrison Ford não ser o nome principal a ser creditado. O longa-metragem é produzido pelo ator que, talvez até por isso, tenha se sentido menos tentado a encabeçar o elenco, deixando a função para Brendan Fraser. É no mínimo curioso.

Decisões Extremas tem direção de Tom Vaughan e roteiro assinado por Robert Nelson Jacobs, baseado no livro The Cure, da jornalista vencedora do Pullitzer Geeta Anand que, por sua vez, baseou-se em fatos reais.

Na trama, John Crowley (Fraser) é um homem de família, casado com a bela Aileen (Keri Russell) e pai de três filhos. Os Crowley tentam de todas as formas manter uma rotina normal, mesmo tendo de encarar uma batalha diária: dois de seus três filhos tem a doença de pompe, uma doença degenerativa que afeta os músculos e sistema nervoso. De acordo com as pesquisas de John, as crianças têm expectativa de vida até os 9 anos de idade, o que o deixa desesperado por uma solução para o problema. Ao conhecer as pesquisas do Dr. Robert Stonehill (Ford), Crowley percebe uma luz no fim do túnel, larga seu trabalho e passa a dedicar todo o seu tempo a angariar fundos para a descoberta da cura para a doença. No entanto, Stonehill não é uma figura nada fácil de trabalhar.

Para início de conversa, Brendan Fraser consegue uma atuação – ainda que nada uniforme – bastante comovente, merecendo créditos pela escolha de um papel diferente do habitual. John Crowley é totalmente abnegado aos filhos e não mede esforços para resolver a situação. Homem de negócios, ele é a pessoa perfeita para dar vida às pesquisas de Robert Stonehill, um professor que tem ideias revolucionárias na teoria, mas nunca as coloca em prática. Harrison Ford pratica o seu feijão com arroz para encarar um papel que parece ser escrito sob medida para ele. Portanto, não é de se estranhar que o ator esteja tão à vontade como o doutor. As crianças do elenco, Meredith Droeger, Diego Velazquez e Sam M. Hall, dão conta do recado e têm boas atuações.

Com uma história de superação de adversidades, Decisões Extremas ganha pontos por apresentar ao espectador uma trama que consegue, ao mesmo tempo, apresentar uma doença terrível e seus problemas, mas também mostrar que é possível arregaçar as mangas e trabalhar para se encontrar uma solução.


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terça-feira, 17 de julho de 2012

Anthony Mackie será o Falcão Negro em Capitão América 2


Anthony Mackie ('Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros') acaba de ser confirmado como Falcão em Captain America: The Winter Soldier' (Capitão América: O Soldado do Inverno). Falcão é o primeiro super-herói afro-americano da Marvel, um notório criminoso conhecido como "Snap" Wilson.
 Um dia, a caminho do Rio de Janeiro, foi encontrado pelo Caveira Vermelha, que o usou num de seus esquemas para derrotar o Capitão América. Muitos anos depois Falcão se rebelaria contra o domínio do Caveira, e juntaria forças com o Capitão para derrotar o vilão. Os irmãos Joe e Anthony Russo ('Dois é bom, Três é Demais') dirigem. Eles disputavam com o cargo com George Nolfi ('Os Agentes do Destino') e F. Gary Gray ('Código de Conduta') está fora da disputa. A Marvel adiantou o lançamento de 'Capitão América 2': ao invés de 25 de Julho de 2014, o lançamento acontece em 4 de Abril do mesmo ano.

"Acredito que a Marvel vai esperar até 2014 para lançar o próximo filme. Existem várias produções de heróis à caminho, e eles precisam segurar a demanda, senão um lançamento tira o público do outro.", revelou Chris Evans recentemente.
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