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sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Sugestão para um bom filme junto a família


Oi, gente!
Hoje é sexta-feira! Dia de publicarmos nossa Dica de filmes para o final de semana, Hoje destacamos uma animação muito bacana e bem educativa que vai agradar toda a família. E a dica é um filme que já chegou às locadoras em todo o Brasil.
Estamos falando do “Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida”.


Ficaram curiosos? Então vamos lá!


Dos criadores de “Meu Malvado Favorito”, O Lorax retrata a importância da preservação do meio ambiente. E conta a história de um garoto de 12 anos que busca a garota dos seus sonhos. No meio desta jornada, ele conhece Lorax, uma criatura mal humorada que luta para proteger seu mundo. As trúfulas, citadas no título, são espécies de árvores coloridas, com pelos no lugar de folhas, e que podem servir de matéria-prima para uma nova invenção: um tipo de cachecol com mil e uma utilidades. Para impedir que a vegetação seja devastada, a criatura fofa, chamada Lorax, aparece.
Cheio de mensagens importantes, “O Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida” é engraçado e visualmente lindo.
Assista aqui ao trailer do filme:
http://www.youtube.com/watch?v=CbJnMH7QsQI&feature=player_embedded
Duração: 93 min
Censura: Livre

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Boa sessão com Pipoca e um excelente final de semana a todos
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sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Protegendo o Inimigo com Denzel Washigton


Protegendo o inimigo é um filme de pura ação. A trama se passa na Cidade do Cabo, África do Sul, onde Matt Weston (Ryan Reynolds) é zelador de um dos abrigos da CIA. Ele vive na monotonia, até que Tobin Frost (Denzel Washington), um ex-agente da CIA procurado por repassar informações confidencias a outros países, vai para o abrigo. Com a rotina quebrada, Weston tem a missão de proteger Frost de qualquer maneira.
O filme faz uma introdução dos personagens e mostra como Weston é ingênuo, tentando esconder da sua namorada seu real emprego e a história de sua família. O filme conta com cenas de grande violência, envolvendo tiroteios, batidas de carro e agressões. Apesar de o telespectador conseguir antecipar as cenas, Protegendo o inimigo é interessante para quem busca uma trama forte.
A história envolve o telespectador, pois não se sabe quem é ruim ou bom, até o final do filme. Mesmo sendo um clássico do cinema norte-americano, em que o bom moço consegue uma grande façanha e acaba ficando sem sua amada, o filme tem um desenrolar emocionante. No decorrer, Weston descobre a corrupção que ocorre dentro da CIA. O fato demonstra uma crítica à Agência, relatando a falta de comprometimento, por parte dos agentes, com a política da organização, como ocorre com tantas outras entidades.

Para os amantes de filmes de ação, Protegendo o inimigo é uma boa recomendação. Com diversos efeitos especiais, envolve cenas de espionagem, onde tudo que faz parte do gênero permanece constante na trama inteira.
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quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Jogos Vorazes chega este final de semana nas locadoras


O novo trabalho do americano Gary Ross (“Seabiscuit - Alma de Herói”) que levou uma legião de fãs para dentro dos cinemas. Estamos falando de “Jogos Vorazes” o primeiro longa de uma saga que conquistou o mundo jovem, recentemente. Para não deixar nenhum fanático pela trama insatisfeito, foi escolhida para dar vida à protagonista, uma atriz que transpira competência, Katniss não poderia estar em melhores mãos, Jennifer Lawrence que esta chegando às locadoras neste final de semana.
A trajetória da arqueira passa por um evento planejado, um programa de entrevistas daqueles bem sensacionalistas (que vemos muito na TV brasileira e americana), visuais extravagantes e diálogos programados que inflamam o público. O filme tem muitas semelhanças com “Show de Truman”, não há como negar. A saga é situada em um futuro onde o poder governante seleciona um menino e uma menina de doze distritos para lutarem até a morte, em uma espécie de arena, ao vivo na televisão. Após sua irmã mais nova ser selecionada para a batalha, Katniss Everdeen se oferece para ir no lugar dela. Ao seu lado, embarca nessa história Peeta Mellark, com que Katniss já teve uma situação no passado. Ambos são peças em um jogo desleal e lutam não só pela sobrevivência, mas, para não se transformarem como pessoas. Levando o número 12 nas costas, Katniss embarca nessa aventura que mudará para sempre sua vida e a de seu distrito. O olhar de Jennifer Lawrence traz muita humanidade à personagem. Um dos grandes acertos da produção do longa foi à escolha dessa artista americana (já, uma vez, indicada ao Oscar) para o papel principal. Ótima atuação, mais uma vez, dessa talentosa jovem de 21 anos. Os fanáticos pelo livro de Suzanne Collins não vão ter o que se queixarem, Lawrence incorpora com perfeição a corajosa Katniss Everdeen.
O resto do elenco também brilha e exageram na composição dos personagens. Nesse caso o “exagero” é uma coisa positiva!
Elisabeth Banks, maquiada até o pescoço, provavelmente mais enfeitada que os músicos da banda “Kiss”, têm alguns momentos hilários na trama. Donald Sutherland engrandece o elenco e pelo final desse primeiro filme, terá papel importante na sequência da franquia. Wes Bentley interpreta o impiedoso Seneca Crane, praticamente quem manda e desmanda nos “Jogos Vorazes”, tem um desfecho, no mínimo, inusitado. Stanley Tucci e seu cabelo “Katy Perry” aparecem em muitos momentos, geralmente entrevistando os protagonistas em “Talk Shows” que conhecemos muito bem. O ótimo Woody Harrelson dá vida ao personagem Haymitch Abernathy (um dos poucos que já venceu aquela árdua disputa), bem excêntrico e com momentos importantes para a história. Excentricidade é sinônimo do veterano ator, dá um show em cena. Quem aparece também é o cantor Lenny Kravitz, como Cinna, o estilista da dupla do Distrito 12, não compromete em momento algum.
A adaptação deixa um pouco a desejar na introdução dos personagens. Tudo é passado de maneira muito rápida, deixando vagas, lacunas importantes para o espectador que não conhece a história. O filme ganha muito em emoção quando a disputa na floresta começa, deixando o público atento a tudo que acontece em cena. Robin Hood, Legolas, entre outros arqueiros famosos do mundo da sétima arte, estariam orgulhosos da jovem Srta. Everdeen. Será que Gandalf arrumaria uma vaguinha para ela na próxima jornada em busca de outro anel?
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sexta-feira, 20 de julho de 2012

O menino do pijama listrado

Um dos filmes que mais me tocou foi O Menino de Pijama Listrado. O que é o horror de uma guerra aos olhos de uma criança? O cenário nazista e o massacre dos judeus já foi muito utilizado nas telas dos cinemas, contudo, a diferença deste filme é que não vemos a guerra através do bravo soldado que dispara dúzias de tiros, nem dos generais e comandantes ditando suas ordens, mas aos olhos de uma criança, que apesar de tentarem explicar o motivo do “ódio ao judeu” não consegue realmente compreender o porquê de tanto ódio. Essa criança é o jovem garoto de 8 anos chamado Bruno (Asa Butterfield – novato no cinema, mas sua atuação é comovente e impressionante) que precisa deixar seus amigos da cidade e acompanhar ao pai soldado, maior orgulho, que foi promovido e precisa ir morar no campo. Lá, sozinho e tedioso, descobre que mora ao lado de uma “fazenda” que tem “moradores” estranhos, porque eles vivem vestidos de “pijamas”, e pela sua inocência se pergunta: Por que ainda estão de pijamas no meio do dia?

A partir da curiosidade ele conhece Shmuel (Jack Scanlon) e nasce uma amizade. Entre os furtos de comida para o novo amigo e suas conversas, Bruno começa a tentar entender os acontecimentos ao redor dele e com seu novo amigo. Apesar de se esforçar, não compreende o motivo das grades, dos “pijamas” e do ódio. Mas, como toda criança, a fé de sua inocência consegue manter a visão pura dos acontecimentos, confirmados na frase de Bruno: “Não se preocupe, Shmuel, logo os dois lados vão se entender e vamos poder brincar sem grades!”

Um filme bonito, emocionante, que faz refletir mais uma vez sobre a insensatez que as ações de um regime pode causar, não só no país, mas na célula fundamental que é a família. 

(Adoro Cinema)
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Não deixe de assistir Soul Surfer baseado em fatos reais


Se você esta procurando um bom filme para assistir com a família, não deixe de ver Soul Surfer que conta a história real da jovem surfista Bethany Hamilton (o filme é baseado no livro dela). Aos 13 anos, no dia 31 de outubro de 2003, enquanto praticava com sua prancha na praia de Tunnels Beach, a havaiana foi atacada por um tubarão que lhe devorou o braço esquerdo. Depois de escapar da morte, Bethany precisa reaprender a lidar com situações simples do dia a dia – simples para quem tem dois braços. Membro de uma comunidade cristã de sua localidade, a moça enfrenta alguns questionamentos que não chegam a lhe tirar a fé, mas a abalam sensivelmente.

Com a ajuda de Deus e da família (especialmente do pai), a jovem supera o trauma (contando também com a ajuda inesperada de crianças que foram vítimas do terrível tsunami asiático de 2004) e se torna surfista de destaque e um exemplo de vida e de fé para muita gente.

Bethany e seus pais tinham uma preocupação quando Hollywood se interessou em filmar o livro: “Eu e minha família nos mantivemos firmes no que queríamos mostrar no filme: nossa fé em Jesus Cristo”, disse ela a um jornal. “Ele realmente é muito melhor do que eu esperava. Ficamos com medo, você nunca sabe o que Hollywood vai fazer quando chegar uma história verdadeira”, disse a jovem.

Anna Sophia Robb (“Ponte Para Terabithia”), Dennis Quaid, Helen Hunt e Carrie Underwood fazem parte do bom elenco do filme que tem muita lição de vida a ensinar.
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Filme Decisões Extremas


Decisões Extremas surpreende logo no seu início. E não falo de invencionices do roteiro ou qualquer coisa envolvendo a história em si. Surpreendente é ver, pela primeira vez desde Star Wars, Harrison Ford não ser o nome principal a ser creditado. O longa-metragem é produzido pelo ator que, talvez até por isso, tenha se sentido menos tentado a encabeçar o elenco, deixando a função para Brendan Fraser. É no mínimo curioso.

Decisões Extremas tem direção de Tom Vaughan e roteiro assinado por Robert Nelson Jacobs, baseado no livro The Cure, da jornalista vencedora do Pullitzer Geeta Anand que, por sua vez, baseou-se em fatos reais.

Na trama, John Crowley (Fraser) é um homem de família, casado com a bela Aileen (Keri Russell) e pai de três filhos. Os Crowley tentam de todas as formas manter uma rotina normal, mesmo tendo de encarar uma batalha diária: dois de seus três filhos tem a doença de pompe, uma doença degenerativa que afeta os músculos e sistema nervoso. De acordo com as pesquisas de John, as crianças têm expectativa de vida até os 9 anos de idade, o que o deixa desesperado por uma solução para o problema. Ao conhecer as pesquisas do Dr. Robert Stonehill (Ford), Crowley percebe uma luz no fim do túnel, larga seu trabalho e passa a dedicar todo o seu tempo a angariar fundos para a descoberta da cura para a doença. No entanto, Stonehill não é uma figura nada fácil de trabalhar.

Para início de conversa, Brendan Fraser consegue uma atuação – ainda que nada uniforme – bastante comovente, merecendo créditos pela escolha de um papel diferente do habitual. John Crowley é totalmente abnegado aos filhos e não mede esforços para resolver a situação. Homem de negócios, ele é a pessoa perfeita para dar vida às pesquisas de Robert Stonehill, um professor que tem ideias revolucionárias na teoria, mas nunca as coloca em prática. Harrison Ford pratica o seu feijão com arroz para encarar um papel que parece ser escrito sob medida para ele. Portanto, não é de se estranhar que o ator esteja tão à vontade como o doutor. As crianças do elenco, Meredith Droeger, Diego Velazquez e Sam M. Hall, dão conta do recado e têm boas atuações.

Com uma história de superação de adversidades, Decisões Extremas ganha pontos por apresentar ao espectador uma trama que consegue, ao mesmo tempo, apresentar uma doença terrível e seus problemas, mas também mostrar que é possível arregaçar as mangas e trabalhar para se encontrar uma solução.


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terça-feira, 3 de julho de 2012

Prometheus marca o retorno do diretor Ridley Scott as telonas

Prometheus, novo filme de Ridley Scott  é apontado por alguns como prequel de Alien, o 8º passageiro (1979), também dirigido por ele. Prequel é uma expressão empregada na língua inglesa para designar, no caso do cinema, película cujo enredo ajuda a compreender elementos e fatos que não ficaram claros na história original de outra, com trama geralmente passada em momento anterior. A ideia partiu de um dos personagens de Alien (o Space Jockey, no caso), mas o diretor inglês garante que a história tornou-se consistente o suficiente para ser independente. Ou quase.

Por ter relações óbvias com Alien, o 8º passageiro, um dos clássicos da ficção científica no cinema, Prometheus provavelmente vai dividir opiniões. Gente que sairá do cinema empolgada por ter entendido tudo ou que avaliará a nova produção como adendo dispensável à já consagrada história de Alien. Fato é que o filme funciona bem inclusive para que nunca viu uma única cena de Alien, ou seja, não requer conhecimento prévio. É diversão garantida para os fãs de ficção científica. Entretanto, quem já conhece o outro famoso filme de Scott vai tirar mais proveito, sem dúvida.

O diretor não trabalhava com filmes do gênero há 30 anos. Depois de Alien, lançou outro clássico sci-fi, Blade runner, em 1982, e parou. Vieram trabalhos totalmente diferentes, como Thelma & Louise (1991), Gladiador (2000), Hannibal (2001), O gângster (2007) e, mais recentemente, Robin Hood (2010). Além de retorno ao universo da ficção científica, Prometheus marca também a estreia de Scott numa produção filmada digitalmente e em 3D. Efeitos que garantem contato próximo com seres viscosos e tomadas de proporções épicas. 

Desafios O tal Space Jockey, que apareceu pela primeira vez em Alien, o 8º passageiro, é um humanoide pálido, grande e musculoso, semelhante às estátuas renascentistas. É também chamado de Engenheiro, pois teriam sido seres da raça dele os responsáveis por criar a vida humana na Terra. Com base no estudo de intrigantes pinturas rupestres encontradas em várias regiões do planeta, os integrantes da missão espacial na nave Prometheus estão a caminho desse encontro, ansiosos por saber quem nos criou e, consequentemente, por quê.

Para entrar no clima do filme e compreender certas referências, é válido ter noções básicas sobre o que representa Prometeu, titã da mitologia grega. Defensora dos homens, essa figura de notável inteligência se tornou conhecida por roubar o fogo de Zeus e dá-lo aos homens. O fogo, segundo o mito, era de uso exclusivo dos deuses e deu aos homens supremacia sobre os outros animais. Insatisfeito com o ocorrido, Zeus puniu Prometeu amarrando-o a uma rocha e deixando que uma águia comesse eternamente um pedaço de seu fígado, que se regenarava no dia seguinte.

O mito atesta que desafiar os deuses é algo perigoso, e a tensão na qual se baseia Prometheus parte do mesmo princípio. Ao interpretarem os desenhos rupestres como convite a conhecer seu criador, os humanos são inadvertidamente confrontados com ameaças à sua própria existência. No caso do filme, para que a vida continue, o desafio deve ser levado às últimas consequências, e, ao que tudo indica, haverá um Prometheus 2.

Semelhanças Os espectadores de Prometheus que já tiverem assistido ao clássico 2001: uma odisseia no espaço (1968), de Stanley Kubrick, vão identificar algumas semelhanças entre os dois filmes. A começar pela presença do androide David, de feições perfeitamente humanas, à bordo da nave Prometheus, o que remete diretamente ao supercomputador HAL 9000 de 2001, capaz de interagir perfeitamente com os tripulantes (um deles chama-se David). As cenas iniciais de Prometheus são outra coincidência: paisagens naturais de aparência estéril, como que vistas a partir de uma aeronave, lembrando bastante a sequência da parte final de 2001. Por fim, os desfechos de ambos os filmes contêm cenas mais do que inesperadas.
 
Em ascensão 

A expectativa é que Prometheus seja um dos grandes blockbusters dos próximos meses. Entretanto, o novo filme de Ridley Scott ainda está atrás de Madagascar 3: os procurados em termos de público e renda – tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. A animação da Dreamworks, que está em sua terceira semana de exibição, já foi vista por quase 3 milhões de pessoas nos cinemas brasileiros, com uma arrecadação de cerca de R$ 36 milhões até o momento. Os dados são do site Filme B, especializado no mercado cinematográfico nacional. Nos Estados Unidos, Prometheus ficou em segundo lugar no segundo fim de semana do mês, arrecadando US$ 51 milhões, contra os US$ 60 milhões de Madagascar. 
 
A voz do público 
 
você gostou do filme?
Ozeldo Costa e Silva ,52 anos, designer
 
“Gostei bastante. O filme conseguiu sintetizar o que você pode acreditar e o que a ciência propõe. A protagonista, no caso, acredita em alguma coisa. É bastante interessante”.
 
Maria Carmen Costa e Silva ,46 anos, arquiteta
 
“Gostei, porque adoro filmes de alienígenas e que misturam dois temas que gosto, religião e ciência. Esse provou que a fé vale mais do que a vida”. 
 
Henrique Morais ,15 anos, estudante 
 
“Gostei, porque foi bem próximo do Alien, o 8º passageiro. Já era fã desse filme e quis assisitir a Prometheus justamente  por isso. Recomendo a todos os fãs”.
 
Nicolas Salles,15 anos, estudante 
 
“Gostei do filme por contar a origem do filme Alien. Os efeitos especiais são muito bons e os personagens o fazem torcer por eles”.
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sexta-feira, 15 de junho de 2012

Indicado a 11 Oscars, “A Invenção de Hugo Cabret” é um filme que consegue emocionar

 Onde moram nossos sonhos? Nem motoristas de táxis que surtam, nem policias e bandidos infiltrados, nem lendários diretores aviadores... o homem das sobrancelhas mais famosas do cinema volta à direção de um filme feito para divertir e emocionar toda a família. A maravilhosa condução de Martin Scorsese só nos mostra, novamente, o quão genial é esse Nova-Iorquino, idolatrado pelos cinéfilos (merece o Oscar de direção do ano).
Baseado no livro de Brian Selznick, “A Invenção de Hugo Cabret” é uma obra-prima que mostra muito o valor de todo tipo de filme que é feito.

Um garoto (recentemente órfão), vive nas paredes de uma estação de trem após a morte do pai e o desaparecimento do tio, que cuidava dele. Sempre fugindo do inspetor que controla a estação, acaba sendo envolvido em um mistério que abarca seu falecido pai e um comerciante dono de uma loja de brinquedos. Com a ajuda de sua nova amiga Isabelle, irá tentar desvendar esse grande enigma que passa e muito pela história da sétima arte.
O roteiro de John Logan ("Gladiador") passa uma mensagem bonita sobre as produções de antigamente, que cada um desses tem sua história e será interpretado pelo espectador cada qual à sua maneira. É mais uma declaração de amor ao cinema que vemos nas telonas esse ano. O grande paralelo que fazemos com “O Artista” é exatamente toda a felicidade de falar sobre o que todos amam, a sétima arte. Cada filme a sua maneira envolve o público falando de épocas e sonhos que fizeram dessa arte a mais adorada de todas.
Asa Butterfield tem a responsabilidade de ser o sonhador Hugo Cabret. O pequeno artista inglês, que já havia emocionado o mundo sendo “O Menino do Pijama Listrado”, atende às expectativas e emociona o público mais uma vez.

Ben Kingsley (nosso eterno Gandhi) como Georges Méliès, muito pouco comentado (em posts lidos sobre o filme na web), está excelente no grande papel do filme. É uma espécie de protagonista às avessas. O dono de uma lojinha de brinquedos é onde se esconde um grande revolucionário quando falamos de cinema.
Chloë Moretz (a ex- Hit-Girl) é Isabelle, divide com Hugo todas as descobertas desse grande mistério. Já provara em outros trabalhos que será uma excelente atriz em breve. Sacha Baron Cohen, Christopher Lee, Emily Mortimer e Jude Law também são parte do elenco e contribuem, cada um a sua maneira, para a riqueza da história.
Indicado a 11 Oscars, “A Invenção de Hugo Cabret” é um filme que facilmente levará você à emoção. Não deixe de conferir, afinal, todos nós temos o direito de sonhar!
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Despertando a criança dentro de nós

 Sou um fã incondicional de Tintim desde a minha infância, quando acompanhava os desenhos que eram exibidos ao acaso, na TV Cultura.
Quando soube que as aventuras do repórter seriam transportadas para o cinema pelas mentes e mãos da dupla Steven Spielberg e Peter Jackson, minha excitação foi às alturas.
Porém, fiquei com um pé atrás ao acompanhar o notável declínio do diretor de clássicos como Tubarão e E.T. – O Extraterrestre ao vê-lo envolvendo-se em projetos de gosto discutível tais quais as séries Falling Skies e Terra Nova. E com a chegada de Cavalo de Guerra, outra produção recente de Spielberg, temi pela sobrevivência de Tintim longe da telinha. Porém, meus receios não se concretizaram, felizmente. 'As Aventuras de Tintim' é o que há de melhor nos contos de Hergé somado à habilidade de Spielberg como não se via há anos.

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